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Consumíveis para ICP-OES Shimadzu 9000/9800 e 7500/8100

ICPE-9000/9800

Quem trabalha com ICP-OES Shimadzu 9000/9800 ou 7500/8100 sabe que a reposição de consumíveis faz parte da rotina do laboratório.

Com o uso, peças como nebulizador, câmara de nebulização, tocha, injetor, tubos de bomba peristáltica, sonda de autosampler, capilares e conexões podem sofrer desgaste, quebra, entupimento ou perda de desempenho.

Por isso, quando o laboratório procura consumíveis para ICP-OES Shimadzu, geralmente existe uma intenção clara: repor uma peça, comparar preço, verificar disponibilidade e confirmar compatibilidade antes da compra.

Neste artigo, veja os principais consumíveis usados nos sistemas Shimadzu ICPE-9000/9800 e ICPS-7500/8100, quais pontos avaliar antes da reposição e como reduzir o risco de compra incorreta.

Principais consumíveis para ICP-OES Shimadzu 9000/9800 e 7500/8100

O sistema de introdução de amostras do ICP-OES trabalha como um conjunto.

A amostra sai do frasco, passa pela sonda de autosampler, percorre os tubos e capilares, chega ao nebulizador, passa pela câmara de nebulização e segue para o plasma pela tocha e pelo injetor.

Na rotina, os consumíveis mais procurados para ICP-OES Shimadzu incluem:

  • nebulizadores;
  • câmaras de nebulização;
  • tochas de quartzo;
  • injetores;
  • tubos de bomba peristáltica;
  • sondas de autosampler;
  • capilares e conexões;
  • tubos de dreno;
  • adaptadores e fittings;
  • acessórios de limpeza e proteção.

Cada item interfere em uma parte da análise. Uma peça incorreta, desgastada ou mal instalada pode gerar sinal instável, perda de sensibilidade, bolhas, vazamentos, entupimentos, carryover e necessidade de reanálise.

Nebulizadores para ICP-OES Shimadzu

O nebulizador transforma a amostra líquida em aerossol fino antes de ela entrar na câmara de nebulização.

Quando o nebulizador não funciona bem, o analista pode observar:

  • baixa sensibilidade;
  • sinal oscilando;
  • aumento de RSD;
  • dificuldade de aspiração;
  • entupimento recorrente;
  • vazamento na conexão;
  • instabilidade em sequências longas;
  • necessidade constante de limpeza.

Para ICP-OES Shimadzu 9000/9800 e 7500/8100, o laboratório pode avaliar diferentes tipos de nebulizadores conforme a matriz analisada.

Nebulizadores para rotina aquosa

Em rotinas aquosas, digestões ácidas comuns, águas, efluentes, solos digeridos e amostras ambientais, o laboratório costuma buscar um nebulizador com boa estabilidade e boa formação de aerossol.

Modelos como SeaSpray, Conikal e MicroMist podem ser avaliados conforme a vazão de amostra, a câmara instalada e a sensibilidade necessária.

O SeaSpray costuma ser uma opção muito avaliada em rotinas de ICP-OES por combinar sensibilidade e robustez em aplicações aquosas.

O MicroMist pode fazer sentido quando o laboratório trabalha com menor volume de amostra ou deseja operar com vazão reduzida.

O Conikal pode atender aplicações gerais de rotina, desde que a configuração do sistema seja compatível.

Nebulizadores para matrizes difíceis

nebulizador DuraMist para ICP em PEEK resistente a HF — Glass Expansion
Algumas amostras exigem mais do sistema de introdução.

Em rotinas com alto teor de sais, HF, ácidos agressivos, solventes orgânicos, suspensões ou partículas, o laboratório deve avaliar materiais e geometrias mais adequados.

Nesses casos, modelos como DuraMist, OpalMist, VeeSpray ou Slurry podem fazer sentido, dependendo da matriz e do método.

A escolha não deve considerar apenas o equipamento. O analista também precisa avaliar matriz, vazão, câmara, risco de entupimento, resistência química e compatibilidade com as conexões existentes.

Quando trocar o nebulizador?

O laboratório deve avaliar a troca do nebulizador quando observa:

  • entupimento frequente;
  • queda de sensibilidade;
  • sinal instável;
  • aumento de RSD;
  • dificuldade de aspiração;
  • ponta quebrada ou danificada;
  • vazamento na conexão;
  • limpeza sem recuperação de desempenho.

Em alguns casos, uma limpeza adequada resolve. Em outros, a substituição evita perda de produtividade e novas reanálises. Saiba como limpar e cuidar do seu nebulizador clicando aqui.

Câmaras de nebulização para ICP-OES Shimadzu

A câmara de nebulização fica entre o nebulizador e a tocha. Ela seleciona as gotículas que seguem para o plasma e ajuda a controlar estabilidade, memória, washout, robustez e eficiência de transporte.

Na rotina, muitos analistas procuram por:

  • câmara ciclônica;
  • câmara de vidro;
  • câmara inerte;
  • câmara para orgânicos;
  • câmara de duplo passo;
  • spray chamber para Shimadzu ICP;
  • câmara compatível com nebulizador concêntrico.

Esses termos aparecem porque cada tipo de câmara se comporta de forma diferente conforme a aplicação.

Câmara ciclônica

As câmaras ciclônicas são muito utilizadas em ICP-OES quando o laboratório busca boa sensibilidade, resposta rápida e menor tempo de lavagem entre amostras.

Modelos como Tracey podem ser avaliados quando a rotina exige alta eficiência no transporte do aerossol e boa estabilidade analítica.

A escolha deve sempre considerar o nebulizador utilizado, o tipo de conexão, a matriz analisada e a configuração do instrumento Shimadzu.

Câmara Twister

A Twister é uma câmara ciclônica de duplo passo com baffle, projetada para melhorar estabilidade e precisão.

Ela pode ser avaliada em rotinas com amostras mais complexas, solventes orgânicos ou situações em que o laboratório busca melhor controle do aerossol enviado ao plasma.

Câmara inerte

Quando o laboratório trabalha com HF, ácidos agressivos ou matrizes que atacam vidro, a equipe deve avaliar uma câmara inerte.

Nessas aplicações, o analista não deve olhar apenas para a câmara. O conjunto completo precisa resistir à matriz: nebulizador, câmara, injetor, capilares, conexões e tubos.

Uma única peça incompatível pode comprometer todo o sistema de introdução.

Tochas para ICP-OES Shimadzu 9000/9800 e 7500/8100

A tocha trabalha em uma região de alta temperatura e conduz o aerossol até o plasma.

Com o tempo, ela pode apresentar trincas, deposição, desgaste, devitrificação, carbonização ou perda de desempenho.

Na rotina de reposição, o laboratório pode procurar por:

  • tocha de quartzo;
  • tocha para Shimadzu ICPE-9000;
  • tocha para Shimadzu ICPE-9800;
  • tocha para Shimadzu ICPS-7500;
  • tocha para Shimadzu ICPS-8100;
  • tocha para alto TDS;
  • tocha para orgânicos;
  • injetor da tocha;
  • tubo externo da tocha.

A escolha depende diretamente da configuração do instrumento e da aplicação.

Tocha para rotina aquosa, alto TDS ou orgânicos

Em amostras aquosas de rotina, o laboratório costuma priorizar estabilidade, vida útil e reposição simples.

Em amostras com alto TDS, pode ser necessário avaliar tochas e injetores mais adequados para maior robustez.

Em amostras orgânicas, a tocha pode sofrer mais com carbonização e acúmulo no injetor. Nesses casos, o laboratório deve avaliar a configuração da tocha, o tipo de injetor e os acessórios usados no sistema.

Quando a rotina apresenta alto desgaste, pode fazer sentido revisar o conjunto completo, e não apenas trocar a tocha isoladamente.

Quando trocar a tocha?

O laboratório deve avaliar a troca da tocha quando aparecem sinais como:

  • trinca no quartzo;
  • plasma instável;
  • dificuldade de ignição;
  • deposição intensa;
  • carbonização recorrente;
  • perda de sensibilidade;
  • desgaste no injetor;
  • aumento da frequência de manutenção.

Amostras com alto TDS, orgânicos, fusões ou matrizes agressivas podem acelerar o desgaste da tocha.

Injetores para ICP-OES Shimadzu

O injetor conduz o aerossol da câmara até o plasma. Ele pode variar em material e diâmetro interno.

Na rotina, o laboratório pode encontrar injetores de quartzo, alumina, safira, cerâmica ou materiais inertes, dependendo da aplicação e da configuração da tocha.

Em análises aquosas comuns, o quartzo costuma atender muitas rotinas. Em matrizes mais agressivas, com maior carga de sais ou presença de solventes, o laboratório pode precisar avaliar materiais e diâmetros específicos.

A escolha do injetor deve considerar:

  • matriz analisada;
  • tipo de solvente;
  • teor de sólidos dissolvidos;
  • configuração da tocha;
  • vazão de amostra;
  • robustez necessária;
  • histórico de entupimento ou deposição.

Tubos de bomba peristáltica

Os tubos de bomba peristáltica controlam a entrada da amostra, o dreno da câmara e, em algumas configurações, soluções auxiliares.

Quando o tubo perde elasticidade, resseca ou sofre ataque químico, a vazão pode variar. Isso afeta diretamente precisão, estabilidade e repetibilidade.

Na rotina, o analista costuma procurar por:

  • tubo de amostra;
  • tubo de dreno;
  • tubo para padrão interno;
  • tubo resistente a solventes;
  • tubo para soluções aquosas;
  • tubo para ácidos;
  • tubo para bomba peristáltica Shimadzu ICP.

O laboratório deve escolher o diâmetro e o material corretos para a aplicação. Também deve trocar os tubos de forma preventiva, antes que eles prejudiquem uma sequência analítica.

Sonda de autosampler, capilares e conexões

A sonda de autosampler, os capilares e as conexões parecem itens simples, mas podem gerar muitos problemas na rotina.

Quando esses componentes estão obstruídos, mal conectados ou incompatíveis com a matriz, o analista pode observar:

  • bolhas no sistema;
  • falha de aspiração;
  • vazamento;
  • memória entre amostras;
  • contaminação;
  • sinal instável;
  • variação de vazão;
  • perda de produtividade.

Por isso, a reposição desses itens também deve fazer parte do planejamento de consumíveis do laboratório.

Em equipamentos mais antigos, como alguns sistemas Shimadzu ICPS-7500 e ICPS-8100, esse cuidado é ainda mais importante, porque a peça instalada pode ter sido substituída, adaptada ou atualizada ao longo dos anos.

Acessórios de limpeza e proteção

Alguns acessórios ajudam a proteger o sistema de introdução e reduzir paradas.

Ferramentas de limpeza, filtros em linha e acessórios para evitar entrada de partículas podem ajudar em rotinas com digeridos, amostras salinas, suspensões ou preparo de amostra mais crítico.

Esses acessórios não substituem a escolha correta do consumível, mas podem aumentar a segurança da rotina e reduzir a frequência de entupimentos.

O preço do OEM está alto?

Muitos laboratórios compram consumíveis pelo canal OEM porque adquiriram o equipamento por esse caminho.

Porém, em sistemas de introdução de amostras para ICP-OES, existem fabricantes especializados que desenvolvem consumíveis para diferentes marcas e modelos de instrumentos.

A Glass Expansion é uma fabricante mundial de consumíveis e acessórios para ICP-OES e ICP-MS. A MixLab representa a Glass Expansion no Brasil e pode ajudar o laboratório a encontrar peças compatíveis para ICP-OES Shimadzu 9000/9800 e 7500/8100.

Além do preço, o laboratório deve considerar disponibilidade. Quando o ICP para por falta de uma peça, o prejuízo pode ser maior do que o valor do consumível.

Como a MixLab pode ajudar?

A MixLab fornece consumíveis Glass Expansion para ICP-OES Shimadzu e pode ajudar a confirmar a peça correta para o seu instrumento.

A equipe pode auxiliar na confirmação de compatibilidade, verificar disponibilidade e indicar a opção mais adequada para a rotina do laboratório.

Para agilizar a cotação, envie:

  • modelo do equipamento;
  • configuração do instrumento;
  • foto da peça atual;
  • part number atual, se tiver;
  • matriz analisada;
  • urgência de reposição.

Com essas informações, a MixLab consegue orientar melhor a escolha e reduzir o risco de compra incorreta.

Encontre os consumíveis certos para o seu instrumento

Não sabe o part number correto para o seu Shimadzu ICPE-9000, ICPE-9800, ICPS-7500 ou ICPS-8100?

No catálogo interativo da MixLab, você pode selecionar o modelo do seu instrumento e visualizar os consumíveis e acessórios compatíveis, com possibilidade de busca por descrição, part number Glass Expansion ou part number OEM do fabricante.

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