MixLab — Header / Navegação

Área do Cliente

MixLab — Menu Mobile

Área do Cliente

Cuidados com as tochas de ICP

Os designs inovadores das tochas da Glass Expansion são focados em proporcionar o máximo desempenho e longa vida útil, reduzindo a frequência e o custo associados à substituição da tocha. Aprenda como fazer a manutenção da sua tocha para garantir maior durabilidade e resultados sempre precisos.

Manuseio, armazenamento e transporte de tochas

As tochas de quartzo e cerâmica da Glass Expansion são fabricadas com materiais de alta qualidade, portanto, você deve ter o mesmo cuidado que teria com utensílios de vidro de laboratório. Em particular, não bata a tocha contra objetos duros nem a deixe desprotegida quando não estiver em uso.

O quartzo deve ser manuseado com o cuidado devido à sua fragilidade. Ele pode fraturar e produzir bordas afiadas e cortantes, portanto, manuseie todos os objetos de quartzo com movimentos deliberados e evite aplicar grande força mecânica, especialmente ao conectar tubos de gás ou instalá-los no suporte da tocha. Todos as tochas de quartzo são fornecidos em uma caixa com espuma macia. Utilize essa espuma ao guardar a tocha. Não toque nas tochas de quartzo com as mãos desprotegidas, pois isso pode reduzir sua vida útil. Não utilize escovas ou ferramentas de raspagem de metal ou cerâmica. É muito provável que isso cause danos.

Temperatura

Se a tocha de quartzo atingir uma temperatura acima do ponto de fusão do quartzo, ela certamente derreterá. A causa mais comum de uma tocha derretida é o fluxo incorreto de argônio. É crucial que o plasma não entre em contato com o quartzo, e é o fluxo de argônio que mantém o plasma em posição e impede esse contato. Se os fluxos de argônio não estiverem ajustados corretamente, se houver uma interrupção no fluxo ou se houver um vazamento nas linhas de argônio, é possível que ocorra uma fusão instantânea da tocha.

A Glass Expansion recomenda o uso de conectores GazFit para a conexão confiável das linhas de argônio à tocha. O alinhamento incorreto da tocha dentro da bobina de RF é outra causa potencial de degradação da tocha. Portanto, é importante garantir o alinhamento correto da bobina quando ela for substituída. A Glass Expansion oferece uma ferramenta de instalação e alinhamento de bobinas para ser usada com sua linha de bobinas de RF. Se os fluxos de argônio corretos forem mantidos e a tocha estiver posicionada corretamente na bobina de RF, ela não deverá derreter. No entanto, altas temperaturas ainda contribuirão para a desvitrificação do quartzo ao longo do tempo. Assim, a desvitrificação provavelmente ocorrerá mais rapidamente em aplicações onde a tocha opera em temperaturas mais elevadas.

Manutenção diária e dicas úteis

É uma boa prática sempre iniciar e terminar o uso de uma tocha nebulizando uma solução neutra levemente ácida por alguns minutos. Isso garante que depósitos ou cristais da amostra não se formem dentro do injetor da tocha quando o solvente em seu interior secar.

Não manuseie com as mãos desprotegidas.

A contaminação também pode ser causada pelo manuseio do quartzo com as mãos desprotegidas. É importante usar sempre luvas de segurança ao manusear componentes de quartzo de tochas. Se os componentes de quartzo forem manuseados com as mãos desprotegidas, óleos corporais podem se depositar na superfície. Esses óleos podem acelerar a desvitrificação do quartzo e reduzir significativamente a vida útil da tocha.

Benefícios da D-Torch

A D-Torch reduz o custo de substituição, pois apenas o tubo externo precisa ser trocado, em vez da tocha inteira. A D-Torch com tubo externo de cerâmica oferece uma vida útil muito maior, já que o material cerâmico não se degrada com depósitos de sal ou carbono.

Nota importante:
O ácido fluorídrico (HF) não deve ser usado com vidro ou quartzo. Qualquer quantidade de HF danificará o produto. Nossas tochas de quartzo são fornecidos limpos e prontos para uso. Não pré-trate as tochas com HF.

Manutenção diária

A contaminação da superfície do quartzo, combinada com altas temperaturas, pode reduzir a vida útil da tocha. A contaminação geralmente ocorre devido a depósitos de sais, matéria orgânica ou metais provenientes das amostras, próximos à extremidade do tubo externo. Caso isso esteja acontecendo, a tocha deve ser limpa regularmente.

Orgânicos

Amostras contendo solventes orgânicos podem causar rachaduras nos tubos da tocha. Isso ocorre devido aos ciclos rápidos de variação de temperatura no plasma sempre que esse tipo de amostra é introduzido. Nossa única solução para esse problema é o uso de tubos de cerâmica, que possuem um coeficiente de expansão térmica muito menor.
Tradicionalmente, o método mais comum para remover depósitos de carbono provenientes de amostras orgânicas tem sido aquecer a tocha em um forno mufla a cerca de 500 °C. No entanto, esse processo é bastante demorado e inviável para laboratórios que não possuem um forno mufla. Uma alternativa rápida e simples é queimar o carbono utilizando um maçarico portátil a propano. Esse método pode ser usado tanto para tochas de peça única quanto para o tubo externo e o injetor de uma tocha desmontável. Também pode ser usado para o tubo externo da D-Torch. Observe que o tubo externo da D-Torch não pode ser aquecido em um forno mufla, pois possui uma ponteira de polímero acoplada. Um pano úmido deve ser enrolado ao redor da ponteira para evitar o superaquecimento quando a extremidade do tubo externo for aquecida pela chama. Após a limpeza, o tubo externo deve ser mantido na posição vertical até esfriar. Use luvas de segurança durante a limpeza das tochas e tome cuidado para evitar o contato com superfícies quentes.

Figura 1. Tubo externo rachado
Figura 2. Remoção de carbono do tubo externo

Sais

A melhor maneira de remover depósitos de sal é mergulhando a tocha ou o tubo externo em uma solução a 25% (diluição de 4x) de Fluka RBS-25 (disponível na MixLab). Recomendamos não lavar a tocha em banho ultrassônico, pois isso pode danificar o quartzo. Se a contaminação do tubo externo for um problema persistente, pode ser aconselhável usar um tubo externo mais curto. Embora isso possa resultar em alguma perda de sensibilidade, também pode levar a uma melhoria significativa na vida útil da tocha. A Glass Expansion fornece diversos tipos de tochas com tubos externos mais curtos.

Figura 3. Desvitrificação do quartzo devido a depósitos de sal.

Metais

Amostras metalúrgicas com alto teor de metal podem resultar na deposição de uma película metálica no tubo externo. Essa película condutora pode interferir no campo de radiofrequência e não deve ser permitida sua formação. A melhor maneira de remover películas metálicas é mergulhando o tubo em ácido. O melhor ácido a ser usado geralmente é o mesmo utilizado na preparação das amostras (com exceção do HF, obviamente). Para minimizar danos aos componentes da tocha de polímero, recomendamos mergulhar a tocha ou o tubo externo apenas até o nível do depósito. Isso é feito posicionando o tubo na vertical em um nível controlado da solução ácida.

Figura 4. Imersão do tubo externo
Nota importante:
Não manuseie com as mãos desprotegidas. A contaminação também pode ser causada pelo manuseio do quartzo com as mãos desprotegidas. É importante usar sempre luvas de segurança ao manusear componentes de quartzo de tochas. Se os componentes de quartzo forem manuseados com as mãos desprotegidas, óleos corporais podem se depositar na superfície. Esses óleos podem acelerar a desvitrificação do quartzo e reduzir significativamente a vida útil da tocha.

Procedimentos de limpeza recomendados para tocha D-Torch

Vantagens de uma tocha tipo D-Torch com tubos externos de cerâmica: Uma tocha tipo D-Torch reduz o custo de substituição, pois apenas o tubo externo precisa ser trocado, e não a tocha inteira. Um tubo externo de cerâmica proporciona uma vida útil muito maior, já que o material cerâmico não se degrada com o acúmulo de sal ou carbono.

Os materiais cerâmicos dos conjuntos D-Torch ou Ceramic Outer Tube geralmente requerem menos limpeza do que os materiais de quartzo. Na maioria dos casos, os depósitos podem ser removidos do tubo externo e do tubo intermediário com um pano úmido ou esponja abrasiva. Se isso não for suficiente, depósitos mais resistentes podem ser removidos da seguinte forma:

Orgânicos

Depósitos de carbono de amostras orgânicas podem ser removidos do tubo externo por meio de um maçarico portátil a propano. Um pano úmido deve ser enrolado ao redor da virola para evitar o superaquecimento quando a extremidade do tubo externo for aquecida pela chama. Após a limpeza, o tubo externo deve ser mantido na posição vertical até esfriar. Use luvas de segurança durante a limpeza da tocha e tome cuidado para não tocar em superfícies quentes. Observe que tubos externos de cerâmica não podem ser aquecidos em um forno mufla, pois possuem uma virola de polímero acoplada.

Sais

A melhor maneira de remover depósitos de sal é mergulhando a tocha em uma solução a 25% (diluição de 4x) de Fluka RBS-25 ou em ácido diluído. Posicione o tubo na vertical dentro de um béquer e utilize uma quantidade suficiente da solução de limpeza para cobrir os depósitos de sal. Recomendamos que a ponteira de polímero não seja mergulhada em ácido.

Metais

A melhor maneira de remover películas metálicas é mergulhando o tubo em ácido. O melhor ácido a ser usado geralmente é o mesmo utilizado para preparar as amostras. Coloque o tubo na vertical dentro de um béquer e use ácido suficiente para cobrir os depósitos metálicos. Recomendamos que a ponteira de polímero não seja mergulhada em ácido.

Figura 5. Imersão do tubo externo de cerâmica

Instalação da D-Torch

Solicite cotação de algum produto que tenha visto nesta página

Preencha o formulário abaixo com as informações para sua cotação, e aperte em “Enviar” para enviar sua solicitação.

Acompanhe as nossas redes sociais